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Pelo menos nove cidades cearenses apresentam irregularidades em cemitérios


Nos primeiros dois meses deste ano e em 2019, o Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) encaminhou recomendações para, pelo menos, oito municípios cearenses por adequações de seus cemitérios, públicos ou privados. O número de cidades com equipamentos irregulares, no entanto, pode ser ainda maior, já que muitos cemitérios foram construídos há mais de 32 anos, antes da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace), autoridade ambiental responsável, passar a atuar como órgão licenciador.
Entre as irregularidades encontradas pelo MPCE estão a falta de licença ambiental para atuação, proximidade a reservatórios de água e destinação incorreta dos resíduos. Os problemas são agravados com a chegada das chuvas. Em janeiro deste ano, parte de um cemitério, em Canoa Quebrada, no município de Aracati, chegou a ceder após as precipitações.
Conforme informado pela Semace, em nota, grande parte dos problemas estão presentes em “cemitérios localizados em áreas de preservação com margem de rios e dunas, alguns dos quais seguem em funcionamento, à espera de que a Prefeitura desative o equipamento e o transfira para local apropriado, segundo a legislação ambiental”.


G1 CEARÁ

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