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Álcool em gel é oferecido a passageiros de transporte alternativo em Fortaleza


Uma van que integra o transporte alternativo de Fortaleza, fazendo a linha 757 (Vila Velha/Centro), tem, à disposição dos passageiros um frasco de álcool em gel. A ideia surgiu há quase um ano, mas, desde que começaram a surgir casos suspeitos do novo coronavírus (Covid-19) na capital, o consumo aumentou. Se antes eram dois recipientes de 1 litro cada por mês, agora são consumidos três.
Antônio Flávio é um dos motoristas dessa linha e abraçou a prática. Ele trabalha no transporte alternativo há mais de 15 anos e já usava o álcool no cotidiano. E resolveu adotar a ideia do produto coletivo em seu horário de circulação para aumentar as opções de higienização de quem passa pelo veículo. “É mais uma opção que o passageiro tem para quem quer ter as mãos limpas, né, aí não transmite tantas doenças”, reflete o motorista. A alternativa, afirma, poderia ser adotada em toda rede de transporte público. “É muito útil para a população”, diz.
A disponibilização do álcool em gel agradou a doméstica Maria Helena, uma das usuárias da linha 757, que, apesar de não utilizar o material com frequência, vê a atitude como positiva. “Para a gente que já tem uma certa idade é bom, né? Até porque doença não escolhe idade, quem escolhe é a morte”, reflete.
Já o estudante Gustavo Vieira vê na iniciativa uma possibilidade de aumentar a higiene no transporte coletivo. “Não sei quantas pessoas passam a mão nos lugares que a gente pega dentro do ônibus, então é sempre bom prevenir”, diz. Para ele, que anda sempre com álcool em gel individual para higienização, a oferta na van é prática. “Nem todo mundo anda com álcool na mochila como eu. É bem mais viável assim”.

Álcool em gel
O uso do álcool em gel se tornou mais frequente nos últimos anos no Brasil após as epidemias de gripes como H1N1. Neste ano, as ameaças de avanço no novo coronavírus pelo mundo voltaram a fortalecer o uso do material de higiene, tanto em espaços privados como coletivos. O álcool reduz as chances de contágios e disseminação dos vírus, conforme alertam os especialistas.

G1 CEARÁ


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