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Homem é condenado a prisão por tentar matar policiais



O réu foi condenado a cumprir uma pena de 12 anos, 11 meses e 12 dias de prisão

O réu Antônio Valério Uchôa Filho foi condenado, nesta segunda-feira (27), a cumprir uma pena de 12 anos, 11 meses e 12 dias de prisão por participar de uma sequência de crimes e de tentativa de homicídio. A sequência dos crimes ocorreu em fevereiro de 2017, no bairro Jardim Iracema, em Fortaleza e teve policiais como vítimas.

De acordo com o inquérito policial, três homens haviam realizado um assalto, por volta das 19 horas do dia 03 de fevereiro de 2017, a uma lotérica na Avenida Coronel Carvalho, no bairro Jardim Iracema. Ao empreenderem fuga em um automóvel Fox Azul roubado ainda no dia 31 de janeiro de 2017, uma composição do Batalhão de Policiamento e Rondas de Ações Intensivas e Ostensivas (Apraio) começou a perseguição. Os suspeitos atiraram em via pública contra os policiais, que revidaram, no cruzamento da Rua Conselheiro Lafayette com a Avenida Coronel Carvalho.

Na troca de tiros, dois homens foram alvejados pelos policiais e encaminhados ao Hospital Distrital Evandro Ayres de Moura. Uenderson Lima Mesquita, de 18 anos, e o outro suspeito, conhecido apenas como “Mortadela”, morreram no hospital. Durante a perseguição, os homens atropelaram três pessoas, um casal em uma motocicleta e um jovem em outra. Um deles quebrou o braço e outro fraturou o ombro. Na ação, os policiais apreenderam duas armas, um revólver com duas munições e uma pistola com três.

O terceiro assaltante, Antônio Valério Uchôa Filho, de 25 anos, era o motorista e foi detido e levado ao 10º Distrito Policial. Como réu no Tribunal do Júri, ele foi acusado pela prática de três crimes de tentativa de homicídios contra os policiais militares por dolo direto, três crimes de tentativa de homicídios contra os motociclistas atropelados por dolo eventual, três crimes de roubo consumados em continuidade delitiva, quadrilha ou bando e porte ilegal de arma de fogo.
Antônio Valério já estava preso preventivamente e não teve o direito de recorrer em liberdade.

Fonte: CNews

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