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JN STUDIO

Policiais civis e praças da Polícia Militar terão melhorias vencimentais

Os policiais civis, peritos, soldados e cabos da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros do Ceará poderão perceber alterações em seus subsídios. Foram assinadas na última quarta-feira, pelo governador Camilo Santana (PT) três mensagens que serão votadas na Assembleia Legislativa, que atinge a essas categorias. Camilo havia anunciado no mês de março durante conversa com internautas, que, além assinar a média salarial do Nordeste para policiais militares e bombeiros do Ceará, daria aumento semelhante aos civis e peritos. Na ocasião o petista havia afirmado que os profissionais da Polícia Civil receberiam o reajuste até o fim de 2018.
Uma das mensagens trata da descompressão das carreiras dentro da Perícia Forense do Ceará (Pefoce), trazendo a organização dos servidores em classes e níveis, tratando ainda da ascensão funcional, que deve ocorrer anualmente, através de promoção ou progressão automática.
A Assembleia também deve votar a média salarial dos inspetores e escrivães da Polícia Civil de acordo com o que se aplica na Região Nordeste. No projeto que ainda chegará ao Parlamento o Governo do Estado aponta o aumento a ser concedido a esses profissionais se dará em duas vezes, sendo a primeira em janeiro de 2018 e a segunda a partir de dezembro do mesmo ano.
Por fim, a terceira proposta do Executivo trata de um reforço temporário a ser repassado aos soldados da PM e Bombeiros, por atividade de execução de serviço militar estadual. O repasse deve iniciar em R$ 70 a partir de dezembro deste ano, dobrando em janeiro de 2018, até atingir R$ 200 em dezembro do próximo ano. O adicional, que é temporário, deixará de ser percebido em dezembro de 2019.
De acordo o secretário da Casa Civil, Nelson Martins, os projetos já estão na Assembleia. Ele explica que a mensagem da Perícia Forense se trata de uma reestruturação do Plano de Carreiras dos servidores. “O impacto sobre a folha de pagamento da Perícia Forense é de R$ 11,9 milhões. Isso representa, um reajuste na folha de 17,6%”, aponta. “Se imaginarmos que estamos com inflação de menos de 4,5% e a a inflação dos últimos meses foi de 3,9%, significa quatro vezes a inflação do ano, sendo, portanto, um reajuste altamente significativo”.


Edison Silva
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