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Caseiro teria agido sozinho e confessou abuso sexual contra a menina em Itaitinga

O acusado foi autuado pelos crimes de homicídio, ocultação de cadáver e estupro de vulnerável. A menina teria sido assassinada no mesmo dia em que desapareceu

As investigações da Polícia Civil apontam que o homem preso pela morte de Rakelly Matias Alves, 7, agiu sozinho. O caseiro José Leonardo de Vasconcelos Graciano, 33, confessou ter abusado sexualmente da menina, que foi morta por asfixia e depois jogada na cacimba. As informações foram repassadas pela delegada Socorro Portela, titular da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), na manhã desta segunda-feira, 26.
Segundo a Polícia, a cacimba onde a menina foi jogada funcionava como fossa séptica do sítio, o que dificultou o achado do corpo durante as buscas iniciais com cães farejadores. Devido ao avançado estado de putrefação do corpo, ainda não foi possível confirmar o estupro.
A delegada Socorro Portela informou que Rakelly foi morta no mesmo dia em que desapareceu, na última quarta-feira, 22. Ela foi ao sítio para brincar com o filho do acusado, mas foi impedida por Leonardo, na varanda da residência principal da propriedade.
Rakelly foi asfixiada e, quando desmaiou, Leonardo iniciou o abuso sexual, tocando nas partes íntimas da vítima, ainda conforme depoimento à Polícia. A menina acordou e teria, novamente, sido asfixiada por estrangulamento e teve o pescoço quebrado.
O suspeito confessou que continuou o abuso com a menina morta e, em seguida, jogou o corpo dela na cacimba. A equipe da DHPP informou que realizou a reconstituição do crime no sábado, 24.
O irmão do acusado estava na cidade há cerca de um mês, mas, por razões de segurança, retornou para Sobral, onde vai prestar depoimento.
No dia em que o corpo da Rakelly foi achado, Leonardo chegou a dizer que havia ingerido veneno de rato (chumbinho). Ele foi levado a uma unidade médica, mas os exames constataram que não houve ingestão da substância.
O caseiro foi autuado pelos crimes de homicídio, ocultação de cadáver e estupro de vulnerável. Após o depoimento na DHPP, ele foi encaminhado a um presídio cearense não informado.
Com informações do repórter Thiago Paiva

Via O Povo

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